Cerâmica vermelha amazônica, madeira.

Da coleção guardianas da floresta, o Tótem é uma escultura que nasce da verticalidade da vida. Ele eleva, sustenta e lembra que tudo cresce a partir de camadas da raiz ao espelho d’água, do silêncio da terra ao desabrochar da superfície.

No topo, a vitória-régia se abre em silêncio. Ela representa o triunfo suave, o florescer depois da travessia, a beleza que só existe porque houve profundidade. É o símbolo do renascimento, da proteção que também é delicadeza, da força que sabe repousar sobre a própria água.

O rio é passagem, aprendizado, transformação contínua. Ele é o caminho entre o que fomos e o que estamos nos tornando. No Totem, o rio é a energia que circula, levando o peso e trazendo o novo.

Na base, a folha-raiz representa a origem. É o chão firme, o corpo da floresta, o instante em que tudo ainda é semente e intenção. Ali repousa a memória dos povos ancestrais da Amazônia, a sabedoria do invisível que sustenta o visível. É a força que não aparece, mas nunca falha. No centro, o rio atravessa a peça como uma respiração em movimento. Ele divide, conecta, conduz.

TOTÉM VITÓRIA (C.1) - (ITEM SOB ENCOMENDA)

R$574,98
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Da coleção guardianas da floresta, o Tótem é uma escultura que nasce da verticalidade da vida. Ele eleva, sustenta e lembra que tudo cresce a partir de camadas da raiz ao espelho d’água, do silêncio da terra ao desabrochar da superfície.

No topo, a vitória-régia se abre em silêncio. Ela representa o triunfo suave, o florescer depois da travessia, a beleza que só existe porque houve profundidade. É o símbolo do renascimento, da proteção que também é delicadeza, da força que sabe repousar sobre a própria água.

O rio é passagem, aprendizado, transformação contínua. Ele é o caminho entre o que fomos e o que estamos nos tornando. No Totem, o rio é a energia que circula, levando o peso e trazendo o novo.

Na base, a folha-raiz representa a origem. É o chão firme, o corpo da floresta, o instante em que tudo ainda é semente e intenção. Ali repousa a memória dos povos ancestrais da Amazônia, a sabedoria do invisível que sustenta o visível. É a força que não aparece, mas nunca falha. No centro, o rio atravessa a peça como uma respiração em movimento. Ele divide, conecta, conduz.